segunda-feira , fevereiro 17 2020
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Empresas buscam alternativas para produzir sem poluir meio ambiente

Pressionadas, indústrias buscam soluções alternativas ao plástico obtido a partir do petróleo; Braskem começa a desenvolver a viabilidade de nova matéria-prima feita da cana-de-açúcar

Shopping center na Suécia dedicado exclusivamente a produtos reciclados, de segunda mão, ou produzido de forma sustentável. No espaço, produtos usados ganham nova função, reduzindo o desperdício
(foto: SHOPPING SUÉCIA/DIVULGAÇÃO)

 

Desde 1º de janeiro, está em vigor em Nova York a lei que proíbe o uso de isopor, ou o poliestireno expandido (EPS, na sigla em inglês), obtido a partir do petróleo. Com isso, cafés, restaurantes e outros locais que servem alimentos e bebidas estão em busca de alternativas para acondicionar refeições e cafés, por exemplo.

Haverá um período de seis meses de adaptação às novas regras. A partir daí, deixarão de ser usados copos, bandejas, pratos e embalagens de ovos. Quem não se adaptar, terá de preparar o bolso para as multas aplicadas pela prefeitura da cidade.

Com a lei, Nova York se junta a outras 70 cidades americanas que baniram o isopor. A medida vai na mesma linha de outras decisões governamentais, como o fim do canudo de plástico, a proibição das sacolas não reutilizáveis e a venda de garrafas descartáveis feitas com esse material nos parques nova-iorquinos.

Este é mais um movimento importante no sentido de diminuir a dependência de produtos obtidos a partir de fontes de matéria-prima não renováveis, em particular do petróleo. O Brasil, ainda que mais lentamente, tem seguido na mesma direção e nos últimos anos diferentes níveis governamentais determinaram a substituição das sacolas plásticas descartáveis pelas reutilizáveis e mais recentemente vem crescendo a onda anti-canudos plásticos.DESAFIO AMBIENTAL E ECONÔMICO Para a indústria, a busca por substitutos do petróleo é um grande desafio, porque envolve muita pesquisa, o desenvolvimento de tecnologias a preços competitivos. A Braskem é uma das empresas brasileiras que tem avançado nessa área. Seu polietileno verde, obtido a partir do etanol da cana-de-açúcar, já tem perto de nove anos de mercado e faz parte do portfólio da linha I’m green™.

Agora, a Braskem e a Haldor Topsoe, empresa de origem dinamarquesa líder mundial em catalisadores e tecnologia para as indústrias química e de refino, começam a operar em conjunto uma unidade de desenvolvimento de monoetileno glicol (ou MEG) obtido a partir do açúcar. A unidade-piloto, instalada em Lyngby, na Dinamarca, servirá para confirmar a viabilidade técnica e econômica do processo de produção de MEG renovável em escala industrial.

A unidade fabril será usada para desenvolver uma tecnologia com capacidade de converter o açúcar em MEG dentro de uma única unidade industrial. Se a tecnologia funcionar, será possível reduzir o investimento inicial na produção e aumentar a competitividade do processo produtivo. O objetivo é que a fábrica seja capaz de converter diferentes matérias-primas, como sacarose, dextrose e açúcares de segunda geração em MEG. Atualmente o composto é feito a partir de origens fósseis, como nafta, gás ou carvão.

O MEG é usado na mistura com o ácido tereftálico purificado (conhecido como PTA) para a obtenção do PET (sigla em inglês para Etileno Tereftalato). A resina é muito usada nos setores têxtil e de embalagens, principalmente na produção de garrafas.

Em nota, Kim Knudsen, vice-presidente executivo da Haldor Topsoe, falou do esforço da companhia em avançar no que é chamado de solução Mosaik™ para a produção de MEG renovável em conjunto com a Braskem: “A Haldor Topsoe é líder mundial em soluções catalíticas e estamos determinados a manter essa posição também na área de energias renováveis. Nosso objetivo é mostrar que as tecnologias catalíticas inovadoras podem tornar os produtos químicos a partir da biomassa uma opção comercialmente atraente”.

As primeiras amostras desenvolvidas na unidade de produção em Lyngby começaram a ser testadas pelos clientes apenas em 2020.

De acordo com Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, o processo para desenvolvimento de MEG renovável representa um grande avanço em termos de competitividade para o PET verde. “Essa parceria agrega valor ao nosso portfólio I’m green™, que já conta com o polietileno verde e o EVA verde, ambos produzidos a partir da cana-de-açúcar. Ela também reforça nossa visão de utilizar biopolímeros como ferramenta de captura de carbono, contribuindo para a redução na emissão de gases do efeito estufa”, afirma.

Hoje, o uso da resina verde da Braskem é bem diversificado e o material ganhou outras variações, como a resina EVA (copolímero etileno acetato de vinila). O derivado da cana está em garrafas de Coca-Cola até no solado dos chinelos da marca americana Allbirds, que também substituiu o plástico usado na sola de seus calçados pelo poliuretano obtido na extração do óleo da mamona.

PRESSÃO Para a indústria que consome plástico, entrar nessa corrida verde é fundamental para atender a demanda de consumidores e de governantes, que têm sido pressionados em muitos países para criar leis mais rigorosas quanto ao uso de descarte de materiais de origem fóssil.

Em meados de janeiro, a Nestlé e a Danimer Scientific, desenvolvedora e fabricante líder de produtos plásticos biodegradáveis, anunciaram uma parceria global para o desenvolvimento de garrafas biodegradáveis. As duas companhias vão trabalhar juntas para projetar e produzir resinas de base biológica para a divisão de águas da multinacional suíça com o uso do polímero Nodax™ PHA, de propriedade da Danimer Scientific. Segundo comunicado divulgado pelas companhias, no ano passado a Universidade da Geórgia (EUA) confirmou em um estudo que o Nodax™ é uma alternativa biodegradável eficaz aos plásticos petroquímicos. A PepsiCo, que também é parceira da Danimer, poderá ter acesso às resinas desenvolvidas nessa colaboração.

O PHA, segundo os pesquisadores da Danimer, se biodegrada em diferentes ambientes, como por exemplo em compostos industrial e doméstico, solo, água fresca e do mar.

No ano passado, a Nestlé assumiu o compromisso de tornar 100% de suas embalagens recicláveis ou reutilizáveis ate 2025. Recentemente, a subsidiária brasileira anunciou que deixará de usar canudos de plásticos em seus produtos até 2025.

Outra multinacional que vai nessa direção é a Electrolux, que construiu um protótipo de geladeira usando bioplásticos. Em entrevista em um evento em San Diego, o especialista em inovação da companhia, Marco Garilli, admitiu a dificuldade do projeto, desenvolvido em parceria com a NatureWorks LLC: “Ainda temos muito a aprender sobre esses materiais”.

Suécia tem shopping center de reciclados

Os países nórdicos estão entre os maiores fomentadores de negócios sustentáveis não apenas na área de energia. Na Suécia, existe um shopping center dedicado exclusivamente a produtos reciclados, de segunda mão, ou produzido de forma sustentável.

O ReTuna Aterbruksgalleria, construído em Eskilstuna, é apontado como o primeiro centro comercial do gênero. O projeto começou a ser desenvolvido entre 2006 e 2007. No espaço, produtos usados ganham nova função, reduzindo o desperdício. Além da venda de roupas e objetos para casa, o shopping serve ainda como um espaço para educação da população para temas ambientais, como a economia circular.

A proposta do centro comercial, administrado pela empresa pública municipal Eskilstuna Energi och Miljö (EEM), é ser uma espécie de mercado de pulgas, com a diferença que é mais organizado e também oferece algumas grifes, como acontece com os brechós.

A operação começou em 2015. Além das lojas, há um centro de triagem que recebe doações de itens de segunda mão que são classificados, recuperados e transformados em outros objetos pelos próprios lojistas. A EEM atua nas áreas de rede elétrica, mercado de eletricidade, água e saneamento, reciclagem, marketing e vendas.

O shopping sustentável oferece móveis, roupas, brinquedos, materiais para construção, tem ainda pet shop e floricultura, além de um restaurante com alimentos orgânicos. Por dia, passam pelo local de 700 a 1 mil pessoas.

US$ 1 bi para reduzir impacto do plástico

Pressionada pelos consumidores e por governantes, a indústria global do plástico tem buscado formas de minimizar seus impactos. No mês passado, a Alliance to End Plastic Waste (AEPM), uma aliança de empresas globais da cadeia de valor de plásticos e bens de consumo, anunciou o compromisso de investir cerca de US$ 1 bilhão nos próximos cinco anos com o objetivo de acabar com o lixo plástico no meio ambiente, especialmente no oceano.

Formada por cerca de 30 empresas com operações na América do Norte e do Sul, Europa, Ásia, Sudeste Asiático, África e Oriente Médio, a organização sem fins lucrativos promete desenvolver soluções viáveis em escala industrial para diminuir e gerenciar o lixo plástico, procurando formas de utilização desse descarte para tornar viável a chamada economia circular. Entre seus associados estão gigantes como P&G, Mitsui Chemicals, Henkel, Basf, a Braskem e a LyondellBasell, companhia que está em negociações bem avançadas para a compra do controle da petroquímica brasileira.

FONTE: Estado de Minas 

Meio ambiente, economia e produção de alimentos se encontram na Agronomia

Curso da PUCPR prepara estudantes para atuar em um mercado que responde por mais de 23% do PIB do País

Divulgação

 

Produzir alimentos, movimentar a economia e agir com respeito ao meio ambiente para garantir o crescimento sustentável. De maneira bem resumida, é para isso que os estudantes de Agronomia da PUCPR são preparados ao longo de 5 anos de curso.

Nos primeiros períodos, o ensino visa a compreensão e o respeito ao meio ambiente, conhecendo as funções ecológicas e tudo o que envolve o ecossistema e a biodiversidade. Ao avançar no curso, o estudante imerge na produção de alimentos, que envolve não somente a plantação, mas o preparo das áreas, os materiais vegetais e biológicos, o melhoramento genético e outros fatores importantes.

“O Engenheiro Agrônomo é o doutor da lavoura”, sintetiza a coordenadora do curso da PUCPR, Aline de Carvalho Silvestrin. “Antes de chegar ao campo e produzir, ele precisa saber como manejar o solo de maneira sustentável, qual a variedade de alimentos adequada para determinada região e como e minimizar problemas como doenças e pragas, entre outros fatores que influenciam na produção”, afirma a professora.

Economia e Comercialização

A agricultura está diretamente ligada ao dólar e à economia. “O curso da PUCPR também trabalha fortemente o foco comercial da profissão”, garante Aline. “Afinal, nós produzimos commodities agrícolas, mas precisamos importar insumos, como adubos, e isso influencia na formação do preço, podendo afetar de maneira positiva ou negativa a comercialização dos alimentos”, exemplifica. “Além disso, alguns países têm regras de comercialização diferentes e exigem algumas certificações – tudo isso é ensinado ao longo do curso”, diz.

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Atualmente, a Agronomia é uma área que mantém empregos no interior do país e a permanência do homem no campo. O agronegócio representa 23% do PIB do Brasil e, de 2017 para cá, cresceu 1,1%. “É uma área que se sustenta e consegue apresentar crescimento apesar da crise”, comenta a Aline. “Com o mercado aquecido, crescem também as oportunidades de trabalho”, complementa.

Aprendizado na prática

Os estudantes de Agronomia da PUCPR realizam aulas práticas desde o primeiro período na Fazenda Experimental Gralha Azul. “Nesse espaço, eles também podem fazer estágio, pesquisas, Trabalhos de Conclusão de Curso e vivenciar o fazer em parceria com grandes empresas”, diz a coordenadora.

Divulgação
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De acordo com Aline, este ano começou a ser implementada a Agricultura de Precisão na Fazenda, com equipamentos de ponta que permitem realizar plantio, a colheita e a pulverização com a precisão de 1 cm.

Também previstas para o ano que vem são as mudanças nas matrizes curriculares do curso, em que algumas disciplinas poderão ser cursadas com estudantes de outros cursos, entre eles Medicina Veterinária, ampliando as possibilidades de aprendizado em áreas como a de produção animal.

Produção Sustentável: um grande desafio

“É possível plantar e crescer de maneira sustentável sem desmatar nem uma árvore a mais”, revela Aline. “Sem impactar nos rios, sem prejudicar o meio ambiente”, completa. “Nós trabalhamos muito para isso na PUCPR: para que o estudante tenha uma visão sustentável e entenda que a terra é um bem precioso, assim como as florestas e a água. Os agrônomos precisam ter consciência disso, pois têm todas as condições de produzir e crescer sem desrespeitar a natureza”, finaliza.

FONTE: G1

Tema de Nobel, economia tem relação cada vez mais estreita com ecologia

William Nordhaus é pioneiro do modelo que integra a economia de mercado e mudança no clima

 

Professor William Nordhaus, um dos vencedores do Nobel de economia em 2018 – Craig Ruttle/Associated Press

 

Economia e ecologia reconciliadas pelo Prêmio Nobel? A honraria anunciada nesta segunda-feira (8) em Estocolmo reflete, de qualquer forma, a relação cada vez mais estreita entre a mudança do clima e a pesquisa econômica de alto nível.

A Academia Real de Ciências da Suécia, ao premiar os americanos William Nordhaus e Paul Romer com o “prêmio do Banco da Suécia para as ciências econômicas, em memória de Alfred Nobel”, recompensou trabalhos que ampliaram de maneira significativa o campo da análise econômica, construindo modelos que explicam como a economia de mercado interage com a natureza e a inovação.

William Nordhaus, especialmente, é considerado um pioneiro do modelo que integra a mudança no clima. Ele construiu equações que permitem dar conta dos efeitos do meio ambiente sobre a economia, e vice-versa.

O economista também é fervoroso partidário de que os governos apliquem um sistema de tributação às emissões de carbono.

Ainda que a premiação, que coincide com um novo alerta divulgado pelos especialistas em clima da ONU (IPCC), tenha um eco particular, a verdade é que os economistas sempre se interessaram pela natureza, se bem sua visão tenha evoluído com o passar dos séculos.

No século 18, os fisiocratas, precursores da ciência econômica moderna, não defendiam a preservação dos recursos naturais, ao estudar a produção agrícola francesa. Para eles, a terra, a natureza, constituíam recursos que era preciso explorar ao máximo.

Um pouco mais tarde, o pastor anglicano Thomas Malthus foi um dos primeiros a levar em conta o caráter limitado das terras agrícolas, o que o levou a advogar o controle da natalidade.

Mas foi principalmente no século 20, com a revolução industrial e a multiplicação das fábricas, que os economistas começaram a se interessar pelo meio ambiente.

Com isso, na década de 1920 nasceu o princípio do contaminador/pagador, no trabalho do economista britânico Arthur Cecil Pigou.

Pigou considerava a contaminação como uma externalidade negativa, um custo para a sociedade como um todo, e segundo ele era necessário corrigi-lo por meio de um imposto sobre as empresas responsáveis, a fim de garantir o bom funcionamento da economia de mercado.

CERTA RESISTÊNCIA

A partir da década de 1970, foi desenvolvido um enfoque mais global e mais crítico sobre a relação entre o crescimento econômico e o meio ambiente.

Essa visão levou ao “Relatório Brundtland”, divulgado em 1987 sob os auspícios da ONU, que reconhece a ideia de desenvolvimento sustentável: a busca de um crescimento econômico mais justo e mais respeitoso para com o meio ambiente.

Depois disso, já não se pensava mais na natureza apenas em nível de empresas e consumidores, em termos de “custo” ou “benefício”. A mudança do clima passou a ser levada em conta no estudo das grandes forças econômicas, através de equações complexas e teorias sofisticadas.

O economista Joseph Stiglitz, ganhador do Nobel em 2001, defende já há anos, por exemplo, que o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) seja revisado de forma a integrar melhor o impacto do crescimento econômico sobre a natureza.

“Houve certa resistência […] da parte do público que tinha preocupações ambientais e que considerava que tratá-las com enfoque econômico era uma heresia”, explicou Mireille Chiroleu Assouline, professora da Universidade de Paris I (Sorbonne) e vice-presidente da Federação Francesa de Economistas e Meio Ambiente.

“Falar de valor da natureza costuma ser sempre compreendido, por exemplo. Mas é uma maneira de relacionar o problema à vida econômica”, ela afirma.

FONTE: Folha de São Paulo

CINCO APLICATIVOS SOBRE MEIO AMBIENTE PARA VOCÊ UTILIZAR

Hoje em dia, ouvimos falar muito em sustentabilidade. Mas você sabe como aplicá-la no seu dia a dia?

Pesquisadores consideram que pequenas práticas diárias de preservação e economia de recursos naturais é uma boa forma de começar.

Para isso, existem alguns aplicativos para celulares que incentivam o comportamento sustentável e a preservação do meio ambiente, ao mostrar formas de reduzir os impactos ambientais causados pelos maus hábitos de consumo ou pela falta de atenção nas tarefas diárias.

Para que você também fique por dentro dessas boas práticas de sustentabilidade social e ambiental, resolvemos listamos cinco apps  para  utilizar e ajudar na preservação do nosso planeta.

1. SAI DESSE BANHO

Aplicativo Sai desse banho

Aplicativo ajuda a controlar o tempo debaixo do chuveiro.

Tomar aquele banho quentinho é muito gostoso, né? Mas é importante estarmos atentos para o tempo que permanecemos debaixo do chuveiro. Se você é destas pessoas que se esquecem da vida e passam horas se deliciando neste hábito diário, sugerimos um aplicativo para ajudá-lo a contornar este problema e viver de forma mais sutentável.

Sai desse banho  é um aplicativo gratuito que funciona como um despertador, avisando a hora de terminar a chuveirada. O objetivo é bem simples: economicar água, oferecendo opções para que você reduza o seu banho em 12, 8 ou 4 minutos.

Quando o limite de tempo é alcançado, o aplicativo toca uma música bem barulhenta até que você acorde e desligue o chuveiro!

2. NOSSA ENERGIA

Aplicativo para controlar os gastos com energia elétrica.

Aplicativo para controlar os gastos com energia elétrica.

Este aplicativo foi desenvolvido pelo Instituto Akatu e ensina como gastar menos eletricidade. Basta indicar quais eletrodomésticos você tem na sua casa e o app calcula os gastos, sugerindo alternativas para reduzir o consumo.

Além disso, é possível compartilhar aquilo que você aprendeu, no Twitter e no Facebook.

3. MANUAL DE ETIQUETA VERDE

Dicas para mudar hábitos e contribuir com o meio ambiente.

Dicas para mudar hábitos e contribuir com o meio ambiente.

Este aplicativo traz dicas para mudar alguns hábitos de forma simples e reduzir os impactos ambientais que causamos no dia a dia.

Bilíngue (português e inglês) e elaborado com conteúdo do projeto Planeta Sustentável, do Grupo Abril,  o aplicativo reúne 50 práticas, divididas por temas: uso da água, energia elétrica, cidadania, reciclagem e consumo, classificadas pelo nível de esforço e pela dimensão do impacto no cotidiano.

4. ECO DEBATE

Aplicativo da revista Eco Debate, com notícias sobre meio-ambiente.

Aplicativo da revista Eco Debate, com notícias sobre meio-ambiente.


O aplicativo da revista eletrônica EcoDebate é um projeto sem fins lucrativos, desenvolvido para compartilhar informações socioambientais.

O conteúdo é selecionado e publicado com o foco dos movimentos sociais e incentiva o conhecimento e a reflexão sobre o meio-ambiente, por meio de notícias, informações, artigos de opinião e artigos técnicos.

5. DICIONÁRIO AMBIENTAL

Dicionário ajuda aprender ainda mais sobre o meio ambiente.

Dicionário ajuda aprender ainda mais sobre o meio ambiente.

Para estudar e ficar por dentro dos termos relacionados ao meio ambiente, existe o aplicativo Dicionário Ambiental.

 

FONTE: Minas faz Ciência