quarta-feira , fevereiro 20 2019
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Bolsonaro em vídeo antigo: aposentadoria aos 65 ‘é falta de humanidade’

O vídeo começou a ser compartilhado nas redes sociais porque a mudança definida pelo presidente e divulgada na tarde desta quinta-feira (14/2) confirma as idades de 65 anos para homens, e 62 para as mulheres

(foto: Isac Nóbrega/PR)

Após a divulgação da idade mínima proposta pelo governo federal para a reforma da previdência, começou a circular na internet um vídeo antigo em que o presidente Jair Bolsonaro, então deputado federal pelo Rio de Janeiro, dizia que 65 anos para aposentadoria era uma “falta de humanidade”.

 

O vídeo começou a ser compartilhado nas redes sociais porque a mudança definida pelo presidente e divulgada na tarde desta quinta-feira (14/2) confirma as idades de 65 anos para homens, e 62 para as mulheres. Na gravação, que teria sido feita logo após o ex-presidente Michel Temer apresentar o texto da reforma , Bolsonaro diz que a “expectativa de vida no Nordeste está na casa dos 70. Querer aprovar uma reforma com 65 é, no mínimo, uma falta de humanidade. Querer uma contribuição de 49 anos, isto é um crime”, diz o presidente.

Reforma

Divulgado na quinta-feira, o novo texto da reforma tem a mesma diferenciação de faixa etária entre os gêneros da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada pelo ex-presidente Michel Temer: 65 e 62, para homens e mulheres, respectivamente, com período de transição de 10 e 12 anos.

No último parecer de Temer, as idades mínimas só chegaram aos 65 e 62 em 2038. Se a proposta de Bolsonaro for aceita, as idades serão aplicadas em 2029 para homens e 2031 para mulheres. O texto prevê que a idade aumente seis meses a cada ano.

Bolsonaro deve incluir militares na proposta da Previdência, diz secretário

Marinho já havia destacado que várias lideranças importantes do núcleo militar do governo já vêm dando indicações de que as Forças Armadas darão sua contribuição para a reforma

 

O secretário confirmou que essa era uma sinalização do presidente
(foto: Isac Nóbrega/PR)

 

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho afirmou nesta quarta-feira, 30, que os militares estarão na proposta de reforma da Previdência que será levada ao Congresso Nacional. “Vai entrar, mas quem vai definir o timing é o presidente”, afirmou Marinho, que participou de um jantar promovido pelo Centro de Liderança Pública (CLP) com novos parlamentares eleitos para o Congresso Nacional.
Durante o jantar, Marinho já havia destacado que várias lideranças importantes do núcleo militar do governo já vêm dando indicações de que as Forças Armadas darão sua contribuição para a reforma. Como mostrou o Broadcast, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defende que o projeto de lei sobre os militares seja enviado simultaneamente à reforma. No entanto, os militares querem que o texto seja encaminhado após a votação em primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição.
Durante o jantar, Marinho lembrou a fala do presidente Jair Bolsonaro em Davos, na Suíça, de que quer governar pelo exemplo. O secretário confirmou que essa era uma sinalização do presidente para a necessidade de incluir os militares na reforma.
Marinho disse ainda esperar que a proposta seja aprovada nas duas casas, Câmara e Senado, antes do recesso parlamentar de julho.
Também durante o jantar, o secretário especial destacou a necessidade de contar com o apoio do “sangue novo” do Congresso e garantiu que haverá diálogo para construir uma proposta. “Não vai haver imposição”, disse.
Entre os integrantes da equipe que acompanharam o evento, o mantra era um só em relação à estratégia para a aprovar a reforma: “não podemos errar”.

Contrato de R$ 28,7 mi abre crise entre Ibama e ministro do Meio Ambiente

No Twitter, Ricardo Salles expõe valor do gasto, e presidente do órgão critica novo governo e cita ‘desconhecimento’; Bolsonaro comenta tuíte e depois apaga

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles (Walterson Rosa/Folhapress)

Uma publicação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sobre um contrato de R$ 28,7 milhões assinado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) para a locação de carros, assinado no final do governo Michel Temer, abriu uma crise com a atual direção do órgão e fez até o presidente Jair Bolsonaro apagar um tuíte sobre o caso que havia publicado.

Tudo começou quando Salles reproduziu no Twitter um extrato de contrato do Ibama publicado no “Diário Oficial da União” em 10 de dezembro passado, com o seu comentário: “Quase 30 milhões de reais em aluguel de carros, só para o Ibama…”.

O extrato informava que o contrato era para a “locação de veículos utilitários, sem motorista, com fornecimento de combustível e pagamento mensal fixo mais quilometragem livre rodada”. O acordo é válido por um ano. A vencedora da licitação foi a Companhia de Locação das Américas.

Na sequência, Bolsonaro retuitou a postagem de Salles e acrescentou um comentário: “Estamos em ritmo acelerado desmontando rapidamente montanhas de irregularidades e situações anormais que estão sendo e serão comprovadas e expostas”.

E completou: “A certeza é que havia todo um sistema formado para principalmente violentar financeiramente o brasileiro sem a menor preocupação!”. Pouco depois, o presidente apagou o seu comentário, mas manteve o retuíte da postagem de Salles.

Logo na sequência, a presidente do Ibama, Suely Araújo, que foi indicada para o cargo por Temer, emitiu nota oficial, em nome do órgão, para contestar o ministro. “A acusação sem fundamento evidencia completo desconhecimento da magnitude do Ibama e das suas funções”, escreveu.

Na nota, o Ibama informa que o contrato “abrange 393 caminhonetes adaptadas para atividades de fiscalização, combate a incêndios florestais, emergências ambientais, ações de inteligência, vistorias técnicas etc., nos 27 estados brasileiros, e inclui combustível, manutenção e seguro, com substituição a cada dois anos”.

E completa: “O valor estimado inicialmente para esse contrato era bastante superior ao obtido no fim do processo licitatório, que observou com rigor todas as exigências legais e foi aprovado pelo TCU (Tribunal de Contas da União)”.

Ao final da nota, Suely Araújo afirma que “a presidência do Ibama refuta com veemência qualquer insinuação de irregularidade na contratação” e “espera, por fim, que o novo governo dedique toda a atenção necessária às importantes tarefas a cargo do Ibama, e não a criar obstáculos à atuação da autarquia”.

 

FONTE: Veja

Salário mínimo é reajustado para R$ 998 em 2019; decreto já foi assinado por Bolsonaro

O salário mínimo foi reajustado e valerá R$ 998 a partir de janeiro de 2019. O valor é R$ 8 a menos do que o aprovado pelo Congresso para o Orçamento deste ano.

Assinado no primeiro dia de governo, o decreto é o último da atual política de reajuste do mínimo, que soma o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de 2 anos atrás, e a inflação dos últimos 12 meses para dar o aumento.

O governo Bolsonaro terá que estabelecer uma nova política já que a lei atual fixa o cálculo somente até este ano.

O reajuste do mínimo em 2019 foi de cerca de 4%, R$ 44 a mais que o valor antigo, que era de R$ 954.

O decreto, assinado também pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, traz a referência do valor diário do salário mínimo, que fica em R$ 33,27, e o valor da hora, que é de R$ 4,54.

Segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo teria que ser de R$ 3,9 mil para atender a todas as necessidades de uma família com quatro pessoas, como alimentação, educação, higiene, lazer e saúde.

 

FONTE: Agência Brasil / EBC 

Brasil ganha prêmio ‘Fóssil do Dia’ na Polônia por declarações de Bolsonaro

COP 24 aconteceu na Polônia — Foto: Reuters

 

Caros leitores, este blog tem o desprazer de anunciar que o Brasil recebeu, na Conferência do Clima que está acontecendo na Polônia, o prêmio Fóssil do Dia. Trata-se de uma premiação irônica que acontece em todas as COPs, não oficial, organizada pela Climate Network, que reúne mais de mil ONGs ambientalistas por todo o mundo. E o motivo da premiação foi o fato de o presidente eleito Jair Bolsonaro ter declinado de sediar aqui a próxima reunião para debater mundialmente sobre o clima, que vai acontecer no ano que vem.

Mas, não só isto: os premiadores também levaram em conta as declarações do próximo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Em sua rede social, Araújo menospreza os estudos científicos que comprovam o aquecimento global, dando a ele uma esdrúxula significação: “marxismo cultural globalista” — que até hoje ficamos assim, sem entender muito o que é.

Não foi a primeira vez que o Brasil ganhou este prêmio, é verdade. No ano passado, durante a Conferência que foi realizada na Alemanha, em Bonn, uma medida provisória que propõe reduzir os impostos da exploração e produção de pretróleo e gás também pôs o país na berlinda desta forma nada lisonjeira. Mas, este ano, a curiosidade é que o prêmio foi concedido por causa de declarações de um presidente que ainda nem está ocupando o cargo. Isto é raro.

De Katowice, onde está acompanhando as negociações, o coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Márcio Astrini, comentou sobre a premiação:

“É um prêmio diferente. Nunca antes na história das COPs um presidente recebeu o prêmio antes mesmo de assumir como chefe de Estado. A exceção tem uma justificativa. Em pleno século XXI, quando mais de 190 países rumam para salvar o mundo das mudanças climáticas, baseados em centenas de cientistas e milhares de estudos, o futuro presidente do Brasil resolveu dar as costas para os esforços globais, ameaça sair do Acordo de Paris e tomar medidas que farão explodir o desmatamento e a ilegalidade na Amazônia. Para completar, ainda anunciou que não vai hospedar mais a COP 25. O aquecimento global, que atinge, principalmente, a população pobre, já causou secas e chuvas extremas, prejuízos enormes à agricultura e à infraestrutura no Brasil e em todo planeta. Portanto, o prêmio é pelo conjunto da obra prometida por Bolsonaro, que ainda nem assumiu, mas já é considerado em todo o mundo como um inimigo do clima e do meio ambiente”, disse Astrini.

É difícil estarmos, nós brasileiros que nos preocupamos com os avanços dos impactos causados pela falta de atenção e cuidado com o ambiente que nos cerca, no centro das atenções deste jeito. Gera um sentimento de derrota que não desgruda. Mas, assim como depois do 7 a 1, é também um convite para reflexões, mais do que necessárias, sobre o momento atual.

Os ambientalistas que nos ofereceram o prêmio dizem, com razão, que os planos do presidente eleito para a floresta amazônica, até agora explicitados, não são motivo de riso ou de ironia. A coisa é séria.

“Ele prometeu acabar com o controle do desmatamento, abrir terras indígenas para grandes negócios, matar o licenciamento ambiental e até mesmo fechar o Ministério do Meio Ambiente. Os criminosos ambientais estão ouvindo atentamente: entre agosto e novembro, as taxas de desmatamento subiram 32%, e um estudo recente estima que pode chegar a 25 mil quilômetros quadrados por ano, com emissões resultantes de três bilhões de toneladas de dióxido de carbono. Isso é tchau a 1,5 graus”, dizem eles na explicação do prêmio.

Se serve de consolo, o Brasil não foi o único a receber a premiação Fóssil do Dia na Polônia. Dividimos os holofotes dos corredores do Centro de Convenções onde está acontecendo a Conferência com a Arábia Saudita, país velho conhecido por causar bastante problemas durante os debates. Funciona assim: o texto final da Conferência vai recebendo, durante todo o período das negociações, que dura 14 dias, sugestões de acréscimos ou de retiradas de algumas expressões que possam agradar mais ou desagradar mais a uns e outros países. Como se vê, não é nada fácil costurar um texto desses. A Arábia Saudita, neste ano, decidiu implicar com a expressão “mecanismo de ambição” para chegar ao 1,5ºC no fim do século.

É preciso ambição, sim. Mas a ambição pode acabar justificando atitudes severas a favor do desenvolvimentismo. E, certamente, muita gente vai acabar defendendo o presidente eleito justamente porque ele leva a acreditar que o melhor caminho para o Brasil alcançar o progresso é acabando com a “farra” das pessoas que querem preservar o meio ambiente. Um imbróglio eterno que vai marcar nossa civilização.

FONTE: G1

Bolsonaro chega a Brasília e avalia nomes para o Meio Ambiente

Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

Na expectativa do anúncio do comando do Meio Ambiente, o presidente eleito Jair Bolsonaro chegou a Brasília e seguiu direto para o gabinete de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O primeiro compromisso do dia é uma conversa com Tereza Cristina, confirmada para o Ministério da Agricultura.

Bolsonaro têm reiterado que as duas áreas precisam trabalhar conjuntamente. Tereza Cristina que presidente a Frente Agropecuária da Câmara já sinalizou que poderia contribuir com a definição do nome para o Meio Ambiente.

Entre nomes cotados está o do advogado Ricardo Salles, fundador do Movimento Endireita Brasil, ex-diretor Jurídico da Sociedade Rural Brasileira e do Instituto Brasileiro de Estudos de Concorrência, Consumo e Comércio Internacional. Salles foi também secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

Outro nome sob avaliação é o do engenheiro agrônomo e escritor Francisco Graziano. Graziano ocupou diversos cargos públicos, entre eles, os de secretário estadual do Meio Ambiente (2007-2010), de deputado federal pelo PSDB/SP (1998-2006), secretário estadual de Agricultura (1996-98), presidente do Incra (1995) e chefe de gabinete pessoal do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995).

Partidos

Além de completar seu ministério, Bolsonaro tem em Brasília a missão de se aproximar mais dos parlamentares. Acompanhado do ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, que assumirá a Casa Civil, Bolsonaro se reunirá com representantes do MDB e PRB. As duas bancadas dos partidos deverão estar entre as maiores na próxima legislatura. Na quarta-feira (5), a reunião será com o PR e PSDB.

Entre as conversas com deputados, há ainda a previsão de receber visitas de cortesia do embaixador do Japão e do deputado federal Marco Feliciano, ainda nesta manhã. No início da tarde, Bolsonaro tem reunião com o ministro indicado para a Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno; em seguida, recebe o governador eleito do Paraná, Ratinho Junior (PSD).

Bolsonaro diz que pode manter Ministério do Meio Ambiente

O candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, admitiu que poderá manter o Ministério do Meio Ambiente independente, sem fundir a pasta com o Ministério da Agricultura, como vinha defendendo desde o início da campanha. A informação foi divulgada em uma transmissão ao vivo pelo Facebook na noite desta quarta-feira (24).

“Da minha parte, estou pronto para negociar. Falei para o pessoal do agronegócio que isso era importante. Alguns estão discordando. Vamos chegar ao meio termo. E, se for mantido dois ministérios, eu vou colocar, como ministro do Meio Ambiente, uma pessoa que não tem vínculo com o que há de pior nesse meio. O coitado do agricultor quer uma licença ambiental e isso leva dez anos. Vamos preservar o meio ambiente, mas não vamos atrapalhar a vida de quem quer produzir no Brasil”, disse Bolsonaro.

O candidato disse que também vai manter o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio. “Recebemos a visita de homens da indústria do Brasil, falando dos problemas e de como eu poderia resolver essas questões deles. Falaram que gostariam que o Ministério da Indústria e Comércio continuasse existindo. Vamos atendê-los. Se esse é o interesse deles, para o bem do Brasil, vamos atender”, disse.

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, fala à imprensa.
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse que pode manter Ministério do Meio Ambiente – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Mais empenho

Bolsonaro também fez uma apelo aos deputados eleitos pelo PSL para se empenharem mais em sua campanha, deixando de lado disputas estaduais e se concentrarem na eleição presidencial. “Não acabou ainda. Vocês sabem que se elegeram, em grande parte, pelo meu trabalho a presidente da República. Então a gente apela para que não se preocupem com as campanhas de governador de seus estados”, disse.

O candidato citou o exemplo de São Paulo, onde há disputa pelo segundo turno para o governo do estado e parte dos deputados eleitos pelo partido apoia João Doria (PSDB) e parte, Márcio França (PSB).  “O objetivo de vocês é Jair Bolsonaro, depois é França ou Dória. O que está em jogo é a cadeira presidencial”, declarou.

Bolsonaro também usou o tempo de transmissão para desmentir notícias veiculadas nas redes atribuídas a ele. Uma delas é que ele legalizaria o jogo no país, o que foi rebatido, com o candidato se dizendo contra a prática, que, segundo ele, seria usada para lavar dinheiro e levar infelicidade às famílias. Está atualmente em tramitação no Senado um projeto de lei (PLS 186/2014), que prevê a legalização dos jogos de azar e a reabertura dos cassinos no país.

O candidato do PSL ainda comentou as últimas pesquisas do Ibope, que mostram ligeira vantagem do candidato Fernando Haddad (PT) sobre ele na cidade de São Paulo. “O Ibope, na capital de São Paulo, diz que o Haddad me passa. Está com 51% e eu com 49%. Só que no primeiro turno ele teve 20%. Ele passou de 20% para 51%, em 15 dias. Eu passei de 44% para 49%. Tão querendo acertar os números para a eleição de domingo. Temos que desconfiar ou não temos? Temos que acreditar, desconfiando”, disse Bolsonaro, que gravou nesta quarta-feira, durante a tarde, seu último programa eleitoral.

Votação

Em uma entrevista à noite, o candidato desmentiu que não vá votar no próximo domingo (28), na Vila Militar, por questões de segurança. Bolsonaro disse que, se estiver bem de saúde, vai votar sem problema algum, mas reafirmou que a possibilidade de um atentado contra ele não está descartada.

“Existe a possibilidade sim de um atentado. Isso as inteligências do Brasil me mantém informado de uma forma ou de outra. Temos de tomar o devido cuidado, mas eu pretendo votar sim”. O candidato disse também que a segurança dele está sendo mais importante do que sua própria saúde. “Qualquer deslocamento meu é precedido de uma série de medidas, o que não é normal num país como o nosso. Mas tendo em vista o que eu represento no momento para grupos mais variados possíveis pra o sistema, nós temos que ficar ligados e preocupados com essa possibilidade”.

 

FONTE: EBC